TuxGuitar! Uma ótima alternativa ao Guitar Pro no Linux

Tags: , , — October 27, 2007 @ 4:46 pm

Como Geek e Guitarrista, passei muito tempo procurando um jeito de usar o Guitar Pro, um ótimo editor de tablaturas, ou uma alternativa a este, no Linux.

Exitem alguns projetos queservem muito bem, como o Kguitar (editor de tablaturas para o KDE) , e o Dguitar (uma boa alternativa em Java). Ambos são muito bons, mas por alguma razão, o Kguitar nunca funcionou para mim (com algumas falhas de segmentação e uma aversão a usar meu timidity como saída para midi), além de ter um grande problema, ser uma aplicação para o KDE (nada demais para quem usa KDE, mas um estorvo para quem não usa). Já o Dguitar funcionava muito bem, mas apenas para reproduzir os arquivos do Guitar Pro.

Outra alternativa, como pode-se ver em vários tutorias na net, é instalar o Guitar Pro no Wine, e o Timidity como um driver alsa para reproduzir as músicas. Acontece que, a menos que se disponha de um ótimo processador (ou dois) , fica impossível reprodizir as músicas nele (Wine + Guitar Pro + Timidity + Alsa = processos demais pra reproduzir em sincronia), isso sem contar na licença do Guitar Pro.

Hoje eu, felizmente, encontrei uma ótima alternativa, já disponível para Debian Lenny. Trata-se do TuxGuitar. Indiferente a referência ao nosso mascote, o programa é realmente ótimo, feito em Java, com interface GTK2, e todas as principais funções do Guitar Pro (digo principais, porque nunca explorei mais do que três ou quatro delas). Ele usa os mesmos sintetizadores do Dguitar e, por incrível que pareça, é até mais leve que este último.

screenshot_tuxguitar.jpg

Para instalá-lo no Debian, acerte seu /etc/apt/sources.list para usar a versão testing ou unstable, (ou lenny ou sid) e execute #apt-get install tuxguitar. Para outras distribuições (e até para Windows) basta ver as instruções ou pacotes na página do programa: http://www.tuxguitar.com.ar.

Boas Conposições!

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Debian Story

Tags: , — October 19, 2007 @ 6:05 pm

Uma curiosidade que um amigo me falou hoje que nunca havia me dado conta… Os apelidos das versões do Debian são baseados nos personagens do desenho Toy Story:

Buzz, Rex, Bo, Hamm, Slink, Potato, Woddy, Sarge, Etch e Lenny.

Segue um breve resumo sobre as versões:

A Debian 1.0 nunca foi lançada: Acidentalmente, Infomagic, uma empresa vendedora de CD, lançou a versão em desenvolvimento do Debian e a chamou de 1.0. Em 11 de Dezembro de 1995, Debian e Infomagic juntamente anunciaram que este lançamento foi indevido. Bruce Perens explicou que os dados colocados no conjunto de 5 CDs, “Fonte para Desenvolvedores Linux”, de novembro de 1995, com “Debian 1.0″ não era a versão 1.0 do Debian, mas uma versão em desenvolvimento que estava parcialmente no formato ELF, que provavelmente não iniciaria ou seria executada corretamente, e não apresentaria a qualidade de uma versão Debian. Para evitar confusões entre o CD prematuro e a atual versão do Debian, o projeto Debian renomeou sua próxima versão para “Debian 1.1″. A Debian 1.0 prematura, incluída no CD, é desaprovada e não deveria ser usada.

Debian 1.1 Buzz (Junho de 1996): Esta foi a primeira versão Debian com um codinome. Este foi retirado, como todos os outros, de uma personagem do filme Toy Story… nesse caso, Buzz Lightyear. Neste momento, Bruce Perens tomava a liderança do Projeto de Ian Murdock e Bruce trabalhava na Pixar, a companhia que produziu o filme. Esta versão era toda em ELF, usada pelo kernel Linux 2.0 e continha 474 pacotes.

Debian 1.2 Rex (12 de Dezembro de 1996): Apelidada com o nome do dinossauro de plástico do filme. Esta versão consistia em 848 pacotes mantidos por 120 desenvolvedores.

Debian 1.3 Bo (5 de Julho de 1997): Apelidada de Bo Peep, a pastora. Esta versão consistia em 974 pacotes mantidas por 200 desenvolvedores.

Debian 2.0 Hamm (24 de Julho de 1998): Nomeada com o nome do porquinho do filme. Esta foi a primeira versão do Debian para múltiplas arquiteturas, adicionando o suporte para as arquiteturas da série Motorola 68000. Com Ian Jackson como líder do Projeto, esta versão fez a transição para a libc6 e consistia em torno de 1500 pacotes mantidos por 400 desenvolvedores.

Debian 2.1 Slink (09 de Março de 1999): Nomeada com o nome do cachorro-mola do filme. Mais duas arquiteturas foram adicionadas, Alpha e SPARC. Com Wichert Akkerman como líder do projeto, esta versão consistia em cerca de 2250 pacotes e requeria 2 CDs no conjunto oficial. A inovação técnica foi a inclusão do apt, uma nova interface de gerenciamento de pacotes. Mundialmente copiado, apt é o grande responsável pelo crescimento contínuo do Debian e estabeleceu um novo paradigma para a aquisição e instalação de pacotes em sistemas operacionais de fonte aberta.

Debian 2.2 Potato (15 de Agosto de 2000): Apelidada com o nome do personagem “Sr Cabeça de Batata” do filme. Esta versão adicionou o suporte para as arquiteturas PowerPC e ARM. Com Wichert ainda atuando como líder do projeto, esta versão consistia em mais de 3900 pacotes derivados de 2600 pacotes fontes mantidos por mais de 450 desenvolvedores Debian.

Debian 3.0 woody (19 de Julho de 2002): Nomeada com o nome da personagem principal do filme: “woody”, o cowboy. Mais arquiteturas foram adicionadas a esta versão: Ia-64, HP PA-RISC, MIPS (big endian), MIPS (little endian) e S/390. Esta também foi a primeira versão a incluir software com criptografia devido as restrições de exportação que foram iniciadas nos EUA e a primeira a incluir o KDE, agora que os problemas com a licença da QT foram resolvidas. Com Bdale Garbee recentemente eleito Líder do Projeto e mais de 900 desenvolvedores Debian, esta versão continha 8900 pacotes e 7 CDs binários no conjunto oficial.

Debian 3.1 Sarge (06 de junho de 2005).

Debian 4.0 Etch (15 de Agosto de 2007) .

O codinome para a próxima grande versão do Debian após o etch é o lenny. Ainda sem previsão de lançamento.

Fonte: http://debian.org

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Economize Energia

Tags: — October 11, 2007 @ 2:07 pm

Um website teve a algum tempo a iniciativa de economizar enegia substituindo a página de pesquisas do google por uma página preta.

A idéia é economizar MegaWatts/h ao exibir uma página negra, que gera menos luz e consome menos energia que uma página branca.

“Em Janeiro de 2007 um artigo num blogue com o titulo Um Google Negro Salvaria 750 MegaWatts/hora Por Ano, propunha a teoria de que uma versão negra do motor de busca Google iria salvar muita energia devido á popularidade do motor de busca.”

A proposta do Blackle.com é utilizar-lo como alternativa ao google para efetuar pesquisas web enquanto se economiza energia. Ele também mostra ums estatística de quantos Watts/h já foram economizados pela página desde sua criação.

Um outro website com a mesma iniciativa é o http://www.pretog.com:

Para exibir uma tela inteira branca, seu computador usa cerca de 74 watts, enquanto para mostrar uma preta o consumo é de 59 watts.
O excesso de luminosidade produzida por um fundo totalmente branco é muito mais prejudicial aos olhos que um fundo totalmente preto.

Ambos se basearam no post deste blog: Um Google Negro Salvaria 750 MegaWatts/hora Por Ano (em inglês).

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PHP Eclipse

Tags: , — October 3, 2007 @ 8:00 pm

Após um bom tempo sem postar venho com uma recomendação.

Não faz muito tempo, em meu post sobre Delphi e Visual Studio como IDEs para PHP falei no Eclipse, agora venho fazer um resumo e recomendação sobre esta IDE.

O Eclipse é uma IDE produzida inicialmente para Java, mas que possui plugins para diversas outras linguagens, assim podendo ser usado para desenvolvimento em C/C++, Ruby, Python, e claro, PHP. Acontece que o Eclipse é, ao meu ver, a segunda melhor IDE para programação com PHP, perdendo apenas para o Zend Studio, porém, livre, mais leve, e até mesmo com mais recursos, isso porque você pode adicionar mais ferramentas para editar arquivos HTML, JS, SQL, e até fluxogramas e ferramentas gráficas.

Ademais ele conta com um excelente controle de projetos, ajuda de contexto (inclusive para classes definidas pelo usuário) e suporte a controle de versão com CVS ou SVN.

eclipse-context-help.png botões para sincronização com um repositório CVS

O Eclipse pode ser adquirido pelo website oficial ou em distribuições customizadas para diversas linguagens. Eu recomendo o EasyEclipse para PHP, que pode ser aquirido aqui. Lembrando que mesmo as distribuições podem ser customizadas para adicionar mais e mais recursos. Ele também pode ser instalado via ap-get no Debian ou Ubuntu, mas as distribuições customizadas parecem bem mais completas e funcionais.

Recomendado!

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