BrowserShots – Teste o seu design web em diferentes navegadores

Tags: , , , — March 18, 2008 @ 10:42 pm

Você desenvolve páginas web em Linux e não tem como testá-las no Internet Explorer ou Safari? Desenvolve no Windows mas quer ver como ficam as páginas no Konqueror?

Para os Web Designers que não dispõem de, pelo menos, um Mac e um PC com Dual Boot (Linux + Windows) em casa, o website BrowserShots, pode salvar vidas.

O serviço renderiza as páginas solicitadas em vários navegadores nas 3 principais plataformas, contento inclusive opções para limitar a resolução, ativar/desativar JavaScripts, Flash, etc, e depois exibe os screenshots por um período de tempo. Veja os exemplos do meu blog:

Firefox 3.0 no Ubuntu 7.10 Firefox 3.0 no Ubuntu 7.10

MSIE 8.0 no Windows XP MSIE 8.0 no Windows XP

Safari 3.1 no Mac OS X 10.5

Se alguém tiver curiosidade sobre os resultados do Acid3 em vários navegadores esta é uma boa oportunidade, no browsershots deve haver sempre alguns testes do acid3.

É uma pena que não é possivel testar o comportamento de animações Javascript e Ajax, mas apenas exibir as páginas renderizadas já é uma grande ajuda. Quem sabe o projeto não evolui para apresentar novos recursos daqui a algum tempo? Screencasts seriam bem-vindos. :)

Fonte: meiobit

h4ck3d by W4n73d H4ck3r

Tags: , , , — March 15, 2008 @ 9:11 pm

Isso mesmo, meu blog, e também de meu sócio, além de uma boa quantidade de websites e projetos nossos, foram “hackeados” na última madrugada.

Aproveitando-se de uma falha de segurança em um aplicativo de emails do servidor, como me foi informado pelo serviço de hospedagem:

Senhor(a)
foi descoberto uma falha gravíssima no webmail HORDE que permite a inclusão de arquivos dentro de contas.

Tais auto-entitulados Hackers, obtiveram acesso ao sistema e sobrescreveram vários indexes com páginas como a da imagem a seguir:

hacked.jpg

Digo auto-entitulados, porque tenho uma concepção diferente do que é um hacker. O termo hacker tem vários significados que geram controvérsia, mas uma boa definição seria High Skilled Programmer, indicando um indivídio com alto grau de conhecimento sobre informática e programação, veja a definição na wikipedia(br) para hacker:

Originalmente, e para certos programadores, são hackers (singular: hacker) indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.

Originário do inglês, o termo é comumente utilizado no português sem modificação. Os Hackers utilizam toda a sua inteligência para melhorar softwares de forma legal. Os hackers geralmente são pessoas com alta capacidade mental e com pouca atividade social. Eles geralmente são de classe média e alta, com idade de 16 a 28 anos. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada Cracker e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.

Continuando, em meu ponto de vista, aquele que invade websites, aproveitando de falhas descobertas por outros (o que geralmente acontece nesses casos) desconfigurando ou sobrescrevendo arquivos, não trata-se de um hacker, mas sim de alguém com muito tempo disponível e pouca atividade produtiva.

Não estou tentando atingir ou ofender ninguém, mas tenho grande interesse de iniciar uma discussão sobre este assunto, principalmente com os responsáveis, se estes sairem das sombras para opinar. Foi por este motivo que coloquei o título do post como a primeira frase da página “hackeada”, para que este possa ser facilmente encontrado por quem procura páginas alteradas pelo mesmo grupo.

Não estou irado e, de certo modo, acho que deveria até agradecer os responsáveis, pois o dano foi mínimo e facilmente recuperado, e estes também tornaram explícita uma grave falha no servidor que uso, que possivelmente não seria corrigida até que algo (talvez bem pior) acontecesse. Mas isso não significa que eu concorde com a atitude, seria muito mais ético e viável que estes “hackers” utilizassem dos recursos que dispõe para comunicar os administradores de websites e servidores das falhas presentes.

Caso os reponsáveis (TH1NK3R, LEVI4TH4N, m4V3rick (Red-Eye), Collaps3, DigitalMind, entre outros BR’s, como dizia nas páginas alteradas) leiam este post, favor, deixem um comentário amigável, acho que vocês tem tempo para isto.

Minefield? WTF?? – Pensei que estava instalando o Firefox…

Tags: , , — March 14, 2008 @ 9:13 pm

Como um bom desenvolvedor Web, tenho andado muito interessado nas qualidades do Firefox 3 e resolvi testá-lo em meu PC, assim como ver minhas páginas ficam no novo navegador da Mozilla.

Acontece que a Mozilla não libera binários para sistemas 64 bits (os 32 bits do ff3b4 podem ser obtidos aqui), então, enquanto não saem os binários para o Debian, o jeito é baixar o código fonte e compilar eu mesmo.

Os fontes podem ser obtidos aqui, mas não vou explicar o processo de instalação agora, isso fica pra um próximo post (quem sabe amanhã).

Pois é… Então que eu baixei os fontes, compilei, e após iniciar o bichinho, me aparece uma janelinha animada me parabenizando por ter compilado e instaladocom sucesso o Minefield 3.0 beta 4… Huh!? Instalado o que?? :|

Minefield 3.0 beta 4

Bem, apesar da estranheza do logo e nome do programa, ele é, obviamente, o nosso querido Mozilla Firefox.

A diferença no nome e logo tem, segundo comentários em #developers@irc.mozilla.org, dois motivos: 1. Os direitos autorais do nome e logo do Firefox, pertencentes à Mozilla, e 2.Como ainda é uma versão beta, ele pode apresentar vários bugs, e sendo compilado por usuários, pode apresentar ainda mais, então não seria saudável, para o nome Firefox, ter tantos bugs. Ou seja, algo como: “Use-me e abuse-me a vontade, e se eu apresentar algum bug, lembre-se, eu não sou o Firefox, sou o Minefield que você mesmo compilou”.

Hehe… Brincadeiras a parte. Logo vou postar um tutorial detalhado resumido de como compilar e instalar corretamenta o Mozila Firefox Minefield em seu Debian GNU/Linux, e também como utilizar perfis diversos, para não precisar compartilhar as extensões e configurações entre as versões 2.0 e 3.0 (o que causaria problemas de compatibilidade).

SpiderMonkey JavaScript Shell – Programando JavaScript em linha de comando

Tags: , , , — @ 7:10 pm

Desenvolvedores Web costumam ter grandes problemas para debugar JavaScript. Enquanto programas como a extensão FireBug do Firefox fazem milagres para debugar, o programador ainda precisa colocar sucessivos alert()s para descobrir os valores que suas variáveis assumem em determinados pontos. Certo?

Errado!

Estava pesquisando agora a pouco algumas funções de js no MDC quando fiquei meio curioso com o modo como os exemplos de código eram mostrados e, em especial, de uma função print(). Como no fragmento a seguir:

var names = "Harry Trump ;Fred Barney; Helen Rigby ;";
print(names);
var re = /\s*;\s*/;
var nameList = names.split(re);
print(nameList);

Ora, bolas! Javascript não pode imprimir nada em stdout, então, como pode existir uma função print()?

Então que, pesquisando mais um pouquinho, cheguei ao SpiderMonkey Javascript Shell.

O SpiderMonkey é o mecanismo interpretador de Javascript do Gecko, escrito em C, e utilizado em vários produtos Mozilla, como o Firefox, por exemplo e a boa notícia é que ele provê também um Shell para executar js em linha de comando.

Com isso fica extremamente fácil criar e testar scripts para usar posteriormente. Veja o exemplo a seguir:

diovani@debian-websul:~$ js
js> var frase = 'Hello World!';
js> var tamanho = frase.length;
js> var teste = frase + ' tem ' + tamanho + ' caracteres.';
js> print(teste);
Hello World! tem 12 caracteres.
js>

Para instalar o SpiderMonkey JS Shell no Debian GNU/Linux basta executar o comando:

# aptitude update && aptitude install spidermonkey-bin

Após a instalação, basta executar em um terminal o comando $ js para entrar no Shell interativo:

Para entrar no shell interativo use o comando:
$ js

Para executar os scripts de um arquivo (foo.js) use:
$ js -f foo.js

Para executar os scripts de um arquivo (foo.js) e entrar no shell interativo (muito útil para carregar funções ou bibliotecas) em seguida use:
$ js -f foo.js -f -

Mas mesmo para outras distribuições, e até mesmo Windows, deve ser extremamente fácil instalá-lo. Veja o link abaixo para a Documentação do Javascript Shell e exemplos de uso:

Link: Introdução ao Shell Javascript

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