Minefield? WTF?? - Pensei que estava instalando o Firefox…

Tags: , , — March 14, 2008 @ 9:13 pm

Como um bom desenvolvedor Web, tenho andado muito interessado nas qualidades do Firefox 3 e resolvi testá-lo em meu PC, assim como ver minhas páginas ficam no novo navegador da Mozilla.

Acontece que a Mozilla não libera binários para sistemas 64 bits (os 32 bits do ff3b4 podem ser obtidos aqui), então, enquanto não saem os binários para o Debian, o jeito é baixar o código fonte e compilar eu mesmo.

Os fontes podem ser obtidos aqui, mas não vou explicar o processo de instalação agora, isso fica pra um próximo post (quem sabe amanhã).

Pois é… Então que eu baixei os fontes, compilei, e após iniciar o bichinho, me aparece uma janelinha animada me parabenizando por ter compilado e instaladocom sucesso o Minefield 3.0 beta 4… Huh!? Instalado o que?? :|

Minefield 3.0 beta 4

Bem, apesar da estranheza do logo e nome do programa, ele é, obviamente, o nosso querido Mozilla Firefox.

A diferença no nome e logo tem, segundo comentários em #developers@irc.mozilla.org, dois motivos: 1. Os direitos autorais do nome e logo do Firefox, pertencentes à Mozilla, e 2.Como ainda é uma versão beta, ele pode apresentar vários bugs, e sendo compilado por usuários, pode apresentar ainda mais, então não seria saudável, para o nome Firefox, ter tantos bugs. Ou seja, algo como: “Use-me e abuse-me a vontade, e se eu apresentar algum bug, lembre-se, eu não sou o Firefox, sou o Minefield que você mesmo compilou”.

Hehe… Brincadeiras a parte. Logo vou postar um tutorial detalhado resumido de como compilar e instalar corretamenta o Mozila Firefox Minefield em seu Debian GNU/Linux, e também como utilizar perfis diversos, para não precisar compartilhar as extensões e configurações entre as versões 2.0 e 3.0 (o que causaria problemas de compatibilidade).

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SpiderMonkey JavaScript Shell - Programando JavaScript em linha de comando

Tags: , , , , — @ 7:10 pm

Desenvolvedores Web costumam ter grandes problemas para debugar JavaScript. Enquanto programas como a extensão FireBug do Firefox fazem milagres para debugar, o programador ainda precisa colocar sucessivos alert()s para descobrir os valores que suas variáveis assumem em determinados pontos. Certo?

Errado!

Estava pesquisando agora a pouco algumas funções de js no MDC quando fiquei meio curioso com o modo como os exemplos de código eram mostrados e, em especial, de uma função print(). Como no fragmento a seguir:

var names = "Harry Trump ;Fred Barney; Helen Rigby ;";
print(names);
var re = /\s*;\s*/;
var nameList = names.split(re);
print(nameList);

Ora, bolas! Javascript não pode imprimir nada em stdout, então, como pode existir uma função print()?

Então que, pesquisando mais um pouquinho, cheguei ao SpiderMonkey Javascript Shell.

O SpiderMonkey é o mecanismo interpretador de Javascript do Gecko, escrito em C, e utilizado em vários produtos Mozilla, como o Firefox, por exemplo e a boa notícia é que ele provê também um Shell para executar js em linha de comando.

Com isso fica extremamente fácil criar e testar scripts para usar posteriormente. Veja o exemplo a seguir:

diovani@debian-websul:~$ js
js> var frase = 'Hello World!';
js> var tamanho = frase.length;
js> var teste = frase + ' tem ' + tamanho + ' caracteres.';
js> print(teste);
Hello World! tem 12 caracteres.
js>

Para instalar o SpiderMonkey JS Shell no Debian GNU/Linux basta executar o comando:

# aptitude update && aptitude install spidermonkey-bin

Após a instalação, basta executar em um terminal o comando $ js para entrar no Shell interativo:

Para entrar no shell interativo use o comando:
$ js

Para executar os scripts de um arquivo (foo.js) use:
$ js -f foo.js

Para executar os scripts de um arquivo (foo.js) e entrar no shell interativo (muito útil para carregar funções ou bibliotecas) em seguida use:
$ js -f foo.js -f -

Mas mesmo para outras distribuições, e até mesmo Windows, deve ser extremamente fácil instalá-lo. Veja o link abaixo para a Documentação do Javascript Shell e exemplos de uso:

Link: Introdução ao Shell Javascript

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Usando apt-listbugs para verificar bugs em pacotes antes de atualizações e instalações

Tags: , — @ 3:08 pm

Esta semana me ocorreu um grande problema no Debian, resultado de usar versão testing/unstable. Fui, alegremente, atualizar meu sistema, com # aptitude update && aptitude full-upgrade e, depois de terminada a atualização, meu querido TuxGuitar não funcionou mais.

Procurando ajuda no irc (#Debian@irc.freenode.org) um usuário me disse algo como:

Como você está usando Debian Testing/Unstable sem usar apt-listbugs?

Bem, até pouco tempo em nem conhecia este pacote, mas trata-se de um programinha essencial para quem deseja aventurar-se no Debian Testing e/ou Unstable. Para instalá-lo apenas execute: # aptitude update && aptitude install apt-listbugs;.

O apt-listbugs verifica os principais bugs em cada pacote antes de uma instalação e atualização e exibe ao usuário, pedindo uma confirmação antes de prosseguir com a instalação. Aqui vai um exemplo:

# aptitude install ghostscript

É preciso obter 0B/887kB de arquivos. Depois do desempacotamento, 7774kB serão liberados.
Você deseja continuar? [Y/n/?] Y
Gravando informações estendidas de estado… Pronto
A ler campos dos pacotes… Feito
A ler estado do pacote… Feito
A obter relatórios de bugs… Feito
A processar informação de Encontrado/Corrigido… Feito
serious bugs do ghostscript (-> 8.62.dfsg.1-2) <pending>
#457568 - segfault when creating pdfs
Juntado com: 453903 457547
serious bugs do gs-esp (8.15.3.dfsg.1-1 -> 8.62.dfsg.1-2) <pending>
#435534 - gs-esp - segfault/bus error in ps2pdf

Sumário:
ghostscript(1 bug), gs-esp(1 bug)
Tem a certeza que quer instalar/actualizar os pacotes acima? [Y/n/?/…] n

*****************************************************************
***** Terminar com um erro forçado para parar a instalação. *****
*****************************************************************
E: Sub-processo /usr/sbin/apt-listbugs apt || exit 10 retornou um código de erro (10)
E: Failure running script /usr/sbin/apt-listbugs apt || exit 10
A instalação de um pacote falhou. Tentando recuperar :
Lendo lista de pacotes… Pronto

Veja as linhas em negrito acima. O apt-listbugs exibe a descrição dos bugs de cada pacote e pede uma confirmação, se o usuário selecionar ‘y‘ ele prossegue com a instalação, caso contrário ele forca o apt-get (ou aptitude) a interromper o processo.

Uma ótima ajuda para prevenir bugs inesperados que provavelmente só serão resolvidos depois de algumas semanas.

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Configurações Avançadas do Mozilla Firefox

Tags: , , , — March 13, 2008 @ 6:14 pm

Pensei em titular este post como: “Como fazer o Debian Iceweasel identificar-se como Firefox”, mas achei melhor deixar o post mais genérico, uma vez que existem n mais opções nesta tela de configuração.

Página de configurações do FirefoxEntão, para ver/alterar praticamente todas as configurações do seu Firefox/Iceweasel, abra uma nova aba e digite about:config, com isso você carregará uma página com dezenas de opções para configurar no seu navegador (CUIDADO: com estas opções você poderá deixar seu Firefox sem funcionar então, só altere o que tiver certeza).

Um bom uso para isso é fazer seu Iceweasel (fork do Firefox no Debian GNU/Linux) ser reconhecido como Firefox por websites.

O Debian Iceweasel é exatamente o mesmo Firefox, mas com um nome (e logotipo) diferente, mas como alguns websites (incrível, até o google faz isso no Google Docs) identificam o navegador pelo nome, eles podem acabar escondendo recursos disponíveis apenas para o Firefox.

Para tapear esses websites e dizer que você está usando um Firefox “original” (!??) acesse a página about:config e procure pela linha general.useragent.extra.firefox e mude o nome de Iceweasel para Firefox. Esta variável que determina o UserAgent do seu browser e você pode alterá-la para identificar seu Iceweasel/Firefox com Opera, Internet Explorer, Safari, ou qualquer outro (isso não garante que certas páginas funcionem no seu navegador, apenas que as páginas desenhadas para Firefox funcionem corretamente no Iceweasel, sem bloqueios).

Isto foi apenas um exemplo, pois existem dezenas de variáveis nesta janela, podendo ser usadas para diversas outras coisas, como abrir determinados tipos de mídia ou protocolos com programas externos.

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eyeOS - Web Desktop levado a sério

Tags: , , — @ 4:00 pm

Desktops Web nós já vemos a um bom tempo por aí… Alguns muito bons e inovadores, como o DesktopTwo e Goowy, ambos em Flash e com um visual próprio, outros como cópias das interfaces de outros Sistemas (principalmente Windows ou Mac). Mas ontem me deparei com um com uma lista de idéias novas… Trata-se do eyeOS.

eyeos1.png O eyeOS não trata-se de apenas mais um web desktop, mas sim uma plataforma desenvolvida para suportar uma grande variedade de aplicações web sobre ela, tornando-se um sistema operacional completo. O eyeOS é Free, Open Source, tem uma comunidade crescente, e é extensível.

Diferente de outros Web Desktops presentes no mercado, o eyeOS permite (e incentiva) a desenvolvedores web criarem ou modificarem cada vez mais aplicativos para a plataforma, como resultado de tal flexibilidade já existe um portal de compartilhamento de aplicativos e temas, nos padrões do kde-look.org e gnome-look.org, o eyeos-apps.org. Ele também não possui banners ou propagandas de terceiros, tem um design com uma personalidade própria, sem copiar descaradamente outros deskmods (e outros temas podem ser baixados e instalados), e o melhor, pode ser baixado instalado em seu próprio servidor web (bastando ter Apache + PHP5 instalado).

eyeos3.pngPara facilitar as coisas, o eyeOS conta com um instalador de aplicativos embutido (que pode até ser comparado com um synaptic do Debian e Ubuntu ou yast do Suse), que faz download e instala automaticamente aplicativos de vários repositórios pré-configurados, e seus programas Office suportam vários formatos de documentos livres e proprietários, usando o OpenOffice.org para realizar as conversões (basta ter o ooo instalado no servidor, e fazer uma pequena configuração extra para utilizá-lo).

Importante dizer também que ele é feito totalmente em AJAX, não precisando de plugin Flash instalado no navegador.

Com todos esses recursos o eyeOS deixa de ser um objeto de curiosidade e testes para tornar-se uma ótima ferramenta para quem precisa ter documentos e arquivos acessíveis de qualquer lugar.

Fontes: http://eyeos.org, http://www.eyeos-apps.org

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Google Drive - Passeando de carro por Londres, Paris, etc…

Tags: , , — @ 2:45 pm

Já pensou em dar uma voltinha de carro por Londres ou outras cidades de qualquer lugar do Mundo? Ahh, e sem precisa sair de casa ^^.

Samuel Birch, um Web Designer/Developer, criou um apequena aplicação, em Flash, que permite aos usuários dirigirem um pequeno carro pelas ruas de, teoricamente, qualquer cidade, usando a engine do Google Maps, o GoogleDrive.

Google Drive

O Autor diz que planeja lançar uma nova versão também, chamada GoogleRacer, usando mapas de circuitos conhecidos, onde um usuário poderá correr contra um limite de tempo. Idéia super-original .

Fonte: http://phatfusion.blogspot.com/2008/02/googledrive.html

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