jQuery 1.4 lançado

Tags: , , — January 17, 2010 @ 7:30 pm

Nesta última quinta-feira, dia 14, foi lançada a nova versão do jQuery, a biblioteca Javascript que promete (e cumpre) simplificar o desenvolvimento de scripts escrevendo-se muito menos linhas de código. A versão 1.4, foi lançada, intencionalmente, no dia 14 de Janeiro, por ser este o dia do aniversário da biblioteca.

Como comemoração pelo dia de lançamento, o time do jQuery colocou no ar um hot-site, 14 dias de jQuery, que divulgará a cada dia, uma das novas melhorias da versão 1.4, e ainda terá promoções para os desenvolvedores que usam e apoiam a biblioteca. Visite o site http://jquery14.com/ para maiores informações. O download da nova versão pode ser feito no site oficial: http://jquery.com.

Não vou me estender muito neste post, visto que estou alguns dias atrasado, e outros blogueiros já o fizeram. Então vou apenas adicionar alguns links blogs de alguns amigos que falaram sobre o lançamento. Não deixem de ler os posts, e baixarem a nova versão.

Links:

http://ruancarlos.com.br/Blog/jquery-1-4-e-lancado/

http://net.tutsplus.com/tutorials/javascript-ajax/jquery-1-4-released-the-15-new-features-you-must-know/

Contadores e auto-numeração em CSS2

Tags: , — December 7, 2009 @ 6:58 pm

Estive pesquisando hoje algumas técnicas novas de CSS, e me deparei com um recurso muito interessante, que nunca utilizei, e nunca reparei que fosse usado em lugar algum antes. Trata-se da possibilidade de utilizar CSS para adicionar contadores e auto-numeração para qualquer elemento HTML.

Qualquer designer CSS que se preze conhece a propriedades de numeração das listas (tags <li>), poucos mas sabem que os mesmos tipos de numerações podem ser adicionadas a qualquer conjunto de elementos, inclusive adicionando estilos personalizados aos contadores.

Veja o exemplo a seguir:

counter-1

A lista acima, foi criada utilizando apenas elementos div, e os seguintes estilos:

div.list {
    counter-reset: my-list;     /* inicializa o contador */
}
div.list div {
    counter-increment: my-list; /* incrementa */
}
div.list div:before {
    content: counter(my-list) ". "; /* imprime */
}

A propriedade counter-reset inicializa a contagem com o identificador my-list a cada vez que um elemento <div> com a classe list é exibido. Já a propriedade counter-increment, incrementa este contador a cada elemento <div> “filho” do primeiro.

A partir daí, podemos utilizar os pseudo-elements :before, ou :after, para adicionar o valor do contador na propriedade content, utilizando a função counter(). A propriedade content, pode também receber qualquer string adicional, permitindo o uso de separadores diversos do contador para o conteúdo do elemento.

O fragmento HTML utilizado no exemplo acima está a seguir:

<div class="list">
    <div>foo bar</div>
    <div>foo bar</div>
    <div>foo bar</div>
</div>

As propriedades counter-reset e counter-increment aceitam também um segundo valor, numérico, usado, respectivamente, para definir o início da contagem (padrão 0) e o valor de incremento (padrão 1).

Veja o mesmo exemplo, iniciando o contador com -4, com incremento de 2:

div.list {
    counter-reset: my-list -4;  /* inicializa o contador */
}
div.list div {
    counter-increment: my-list 2;   /* incrementa */
}

Contador com início e incremento alterados

A função counter() também aceita um segundo parâmetro, definindo o tipo de contador utilizado. Todos os tipos usados na propriedade list-style-type dos elementos <ul>, <ol> e <li> são suportados.

Para finalizar, vamos alterar os estilos e separadores dos nossos contadores, utilizando também um tipo diferente:

div.list div:before {
    content: "[" counter(my-list, lower-alpha) "]";
    font-family: monospace;
    padding: 0 10px 0 0;
    font-weight: bold;
    color: red;
}

…e o resultado:

Contadores estilizados

Embora eu tenha utilizados elementos <div> nos meus exemplos, contadores podem ser adicionados a qualquer lista de elementos, incluindo as linhas ou colunas de uma tabela, por exemplo.

Todas as propriedades acima fazem parte das recomendações da W3C para CSS nível 2, que podem ser encontradas em http://www.w3.org/TR/CSS2/generate.html, e são suportadas pelos navegadores Firefox 3.0, MSIE 8, Google Chrome 2.0, Safari 3.0 e Opera 9.0, ou superiores.

Fonte: http://www.w3.org/TR/CSS2/generate.html

Enlightenment DR17 agora no Debian Unstable

Tags: , — November 29, 2009 @ 1:34 pm

Embora já faça algum tempo, desde 07 de Julho pra ser exato, descobri este fim de semana, enquanto atualizava os pacotes do meu Debian que agora o E17 está disponível entre os pacotes do debian.

A cerca de dois anos, o E17 podia ser instalado no Debian através de repositórios não-oficiais, porém estes repositórios foram descontinuados, permitindo aos usuários obterem e instalarem o Desktop Shell apenas via svn (como eu tenho feito desde então) ou pelos snapshots disponibilizados periodicamente.  Porém, felizmente para os usuários do Debian e do E17, desde Julho, o E17 está oficialmente disponível entre os pacotes do Debian Sid (http://packages.debian.org/sid/e17), podendo ser instalado facilmente pelo aptitude.

Para tanto, basta que você tenha os repositórios do Debian Sid em seu /etc/apt/sources.list:

deb http://ftp.debian.org/debian/ unstable main

…e instalar, utilizando os comandos:

# aptitude update && aptitude install e17

:D

E se o sistema operacional mais usado fosse o Linux …

Tags: , , — May 23, 2009 @ 5:54 pm

Recebi este texto de uma lista da qual participo. Ele foi previamente publicado no forum Darkside e, aparentemente, saiu primeiramente no site do Mandriva.

Trata-se de um ponto de vista bem-humorado, de um usuário GNU/Linux ao tentar migrar para windows…

“Eu compreendo o indivíduo que declarou ter problemas em passar do Windows para o Linux. Senti o mesmo ao experimentar o Windows. Decidi experimentá-lo, depois de alguns amigos que o usam a toda a hora me dizerem que era ótimo.

Fui até ao site da Microsoft para baixá-lo mas não estava lá disponível. Fiquei frustrado porque não consegui descobrir como se baixava o mesmo. Por fim tive que perguntar a um amigo e ele disse-me que tinha de o comprar.

De carro, fui até à Staples e pedi a um dos vendedores uma cópia do Windows. Ele perguntou-me qual, eu disse-lhe: “Quero a mais completa, por favor” e ele respondeu: “São $599, por favor…”. Soltei um palavrão e voltei para casa de mãos abanando.

Um dos meus amigos deu-me uma cópia do Windows XP mas disse-me para não dizer nada a ninguém. Achei estranho porque faço sempre cópias do Linux para qualquer pessoa que me peça e digo sempre para passar essa cópia a qualquer outra pessoa que esteja interessada, uma vez que já precisem dela. De qualquer forma coloquei o CD no leitor e esperei que iniciasse o sistema do “Live CD”. Não funcionou. A única coisa que fazia era perguntar-me se o queria instalar. Telefonei para um dos meus amigos, para saber se estava a fazer alguma asneira, mas ele disse-me: “O XP não roda o sistema diretamente do CD”.

Decidi, então, instalá-lo. Segui as instruções que apareciam na tela mas comecei a ficar nervoso porque não perguntou nada sobre os outros sistemas operacionais. Quando instalei o Linux, ele reconheceu que tinha outros sistemas operacionais na máquina e perguntou-me se queria criar uma nova partição e instalar o Linux lá. Voltei a ligar para o meu amigo e ele disse-me que o Windows elimina qualquer outro sistema operacional que encontra, ao instalar-se.

Fiz uma cópia de segurança das minhas coisas e joguei-me de cabeça na instalação. A instalação foi bastante simples, tirando a parte em que tive que escrever umas letras e um código. Tive de ligar outra vez para o meu amigo mas ele ficou chateado e veio escrever ele próprio o código. Voltou a dizer-me para não dizer nada a ninguém (!!!).Depois de reiniciar o computador, dei corrida de olhos pelo sistema.

Fiquei chocado quando me deixou mudar as configurações do sistema sem pedir o acesso de root. O meu amigo começou a ficar um bocado irritado quando liguei outra vez para ele, mas acabou por aparecer em minha casa. Disse-me que o acesso de root era dado logo na inicialização. Tratei logo de fazer outra conta de usuário normal e passei a usá-la.
Comecei a ficar confuso quando tentei fazer mudanças e o sistema, ao invés de pedir acesso de root, disse-me que tinha que fechar a sessão
de utilizador normal e abrir uma sessão como administrador. Comecei, então, a perceber porque é que tantas pessoas entram sempre como root e tive um arrepio na espinha.

Bom, mas já era hora de trabalhar. Fui ao menu “Iniciar -> Programas”, para abrir uma planilha que eu precisava terminar, mas não consegui encontrar a aplicação de planilhas. O meu amigo
disse-me que o Windows não trazia nenhuma aplicação dessas e que eu teria que a baixar da Internet. “Oh…”, pensei, “uma distribuição
básica”. Fui ao “Adicionar/Remover Programas” do painel de controle
(tal como no Linux), mas não havia lá programas para adicionar. Apenas deixava remover os programas. Não consegui encontrar o botão para adicionar aplicações. O meu amigo disse-me que eu tinha que procurar as aplicações por minha conta. Depois de muita pesquisa no Google, lá encontrei, descarreguei e instalei o OpenOffice.org.

Para dizer a verdade, diverti-me à brava com o Windows. Não entendi muito da terminologia… porque é que há um drive A, depois um C… onde é que está o drive B? Achei a distribuição demasiado básica, não
inclui nenhuma aplicação que seja verdadeiramente de produtividade e torna-se muito confuso procurá-la. O meu amigo disse-me que eu precisava de software anti-vírus e anti-spyware, mas o Windows não
vinha com nada disso.

Achei-o difícil, confuso e demasiado trabalhoso para mim. Pode ser bom para uma pessoa que seja do tipo técnico, como o meu amigo, mas eu fico-me pelo Linux, obrigado.”

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