Google Docs Offline

Tags: , , — April 1, 2008 @ 5:05 pm

A grande maioria dos usuários dos serviços Google já deve conhecer o GoogleDocs. Trata-se de uma coleção de aplicativos web para edição de textos, planilhas e apresentações, compatível com formatos os Open Document e MS Office, sendo muito úteis para editar e armazenar documentos online, de qualquer computador conectado a internet.

Acontece que para certos usuários, torna-se mais eficaz ter seus documentos armazenados localmente, para o caso de haver necessidade de visualização/edição quando não conectado a internet.

Pensando nisso, o Google está desenvolvendo o GoogleGears. O GoogleGears é uma extensão para o Firefox, disponível para Windows, Mac OS X e GNU/Linux, que permite edição e sincronização de documentos com o GoogleDocs. Ele basicamente, permite a utilização de toda a interface do GoogleDocs (AJAX based) mesmo quando não conectado a internet, e também a sincronização (download/upload) dos documentos quando estiver finalmente conectado.

Veja o vídeo de demonstração (em inglês):


Além das vantagens de sincronização online / offline, agora o Google Docs torna-se uma alternativa offline para o OpenOffice.org ou MS Office, bastando ao usuário ter o Firefox instalado com a extensão.

Fonte: solutio360

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Bug no Firefox? Ou no Gmail?

Tags: , , , — March 23, 2008 @ 2:41 pm

Não é a primeira vez que isto me acontece. Decidi postar apenas por ser um bug (!?) estranho, mas não preocupante, pois não é algo persistente.

Ao tentar acessar meu email no Google Hosted (ou Google Apps) o Firefox (ou Iceweasel) me pergunta o que desejo fazer com o arquivo .COM (:| !??):

iceweasel_bug.jpg

Engraçado né? Muito útil caso o usuário queira “salvar seu domínio de email”. Hehe, na verdade a página salva é apenas um HTML sem muita utilidade.

Não sei se é uma falha no Firefox ou no Gmail, nem se acontece apenas no Google Hosted, mas em geral basta aguardar alguns segundos e atualizar a página que o problema se resolve.

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Google Drive - Passeando de carro por Londres, Paris, etc…

Tags: , , — March 13, 2008 @ 2:45 pm

Já pensou em dar uma voltinha de carro por Londres ou outras cidades de qualquer lugar do Mundo? Ahh, e sem precisa sair de casa ^^.

Samuel Birch, um Web Designer/Developer, criou um apequena aplicação, em Flash, que permite aos usuários dirigirem um pequeno carro pelas ruas de, teoricamente, qualquer cidade, usando a engine do Google Maps, o GoogleDrive.

Google Drive

O Autor diz que planeja lançar uma nova versão também, chamada GoogleRacer, usando mapas de circuitos conhecidos, onde um usuário poderá correr contra um limite de tempo. Idéia super-original .

Fonte: http://phatfusion.blogspot.com/2008/02/googledrive.html

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Pesquisa em linguagem natural com Powerset

Tags: , , , — January 28, 2008 @ 6:01 pm

Na última Sexta-Feira eu recebi, finalmente, um e-mail me convidando a utilizar o Powerset.

Como falei anteriormente, o Powerset trata-se de um mecanismo de busca em linguagem natural, o que significa que se você estiver procurando por “Empresas adquiridas pela Microsoft”, por exemplo, você não pesquisaria por palavras chave (Empresas adquirir microsoft) como faria normalmente, no Google ou Yahoo, mas sim, basta digitar a frase completa, clara e corretamente, como se estivesse perguntando a alguém, e o mecanismo lhe presenteia com a resposta correta (e não uma lista de páginas com conteúdo relevante, ou não relevante).

Bem, este é o objetivo do projeto e, esperamos, o futuro da internet mas, obviamente, como uma versão em fase de pesquisas, o Powerset ainda está engatinhando, e é limitado às informações contidas na Wikipédia e apenas na língua inglesa. Mesmo assim, após testar as demonstrações por alguns dias, fiquei bem estusiasmado com os resultados, e também com o nível de participação do pequeno grupo de usuários, pois os desenvolvedores estão constantemente pedindo opiniões a atendendo pedidos.

É interessante ressaltar que, diferente de uma busca padrão, onde são simplesmente procuradas pelas palavras digitadas em meio ao texto, em uma busca em, linguagem natural, tanto a ordem destas palavras como até mesmo as preposições são de suma importância.

Além da busca em linguagem natural o Powerset tem algumas outras ferramentas muito interessantes, como pesquisas orientadas a determinados assuntos, como artes, esportes ou negócios, e o Quotes, que é uma ferramenta para encontrar respostas específicas, como “Quem disse o que?”, “Quem criticou quem?”, “Quem fez o que sobre determinado assunto?”.

Além destas há uma ferramenta muito interessante para buscas com entidades e relacionamentos, chamada Powermouse. Os resultados são muito parecidos com o Córtex Intenligence, o qual foi comentado em meu último post sobre o assunto, nesta ferramente o usuário pesquisa por um sujeito (substantivo), uma ação (verbo) e um objeto (substantivo), podendo omitir um ou dois dos campos, um exemplo demonstrado nos demos do projeto é a busca por “Zumbis” (sujeito) “comem” (ação), e os resultados são uma série de artigos com os diversos ‘alimentos’ que Zumbis comem.

Novamente os resultados estão limitados a artigos da Wikipedia, em inglês, mas eis as boas notícias…

Como os próprios desenvolvedores tem falado, assim que seus mecanismos de busca em linguagem natural tiverem amadurecido, estarão desenvolvendo o sistema e outros idiomas e também liberando uma API para nós desenvolvedores utilizar-mos em nossas aplicações. :)

Aguardamos ansiosos…

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As Plataformas que vão desbancar o Google

Tags: , , , , — November 1, 2007 @ 11:09 am

Sim, este título foi precipitado.

Minha intenção não é gerar uma discussão sobre as qualidades do Google ou de qualquer mecanismo de busca, mas sim chamar a atenção dos leitores para o artigo. Pois uma vez que o Google é o mais usado mecanismo de busca atualmente, seu papel está diretamente relacionado com este assunto e, certamente, será um dos pioneiros na nova Web (leia a seguir…).

Estive pesquisando um pouco sobre Web Semântica, e confesso, ainda estou bem ‘cru’ no assunto para fazer um post, mas quero divulgar o que li, e complementar com o tempo, pois este é um tema que vem me chamado a tenção a bastante tempo. Antes de prosseguir, vamos falar um pouco sobre a evolução da net.

A Web 1.0 foi a internet que víamos a alguns anos atrás, com a acenção do Terra aqui no brasil e, priovavelmente, da MSN no exterior. Esta era uma Web de documentos, onde sua principal função era divulgar e compartilhar conteúdos textuais e, posteriormente, imagens, através do mundo.

A Web 2.0 é a internet que usamos hoje (sim, queiram ou não), focada principalmente nos mecanismos de busca, como o Google e Yahoo, blogs e fórums, e comunidades virtuais (Orkut, My Space). Utilizando a internet de hoje, é possível encontrar praticamente qualquer informação, ou qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo.

Mas se a internet já evoluiu tanto para interagir pessoas de diferentes culturas e lugares, e ainda disponibiliza todo esse conteúdo público para qualquer um, como pode ela evoluir mais? Convenhamos, você acha qualquer informação na web pelo google ou Yahoo, mas muitas vezes, é uma chatice procurar por páginas e mais páginas.

É aí que entra a Web 3.0, ou Web Semântica:

A Web semântica é uma extensão da Web actual, que permitirá aos computadores e humanos trabalharem em cooperação. A Web semântica interliga significados de palavras e, neste âmbito, tem como finalidade conseguir atribuir um significado (sentido) aos conteúdos publicados na Internet de modo que seja perceptível tanto pelo humano como pelo computador.

Wikipedia: Web Semântica

Baseado neste conceito de Web semântica, vários grupos estão construindo aplicações para compartilhar e distribuir informações.

O primeiro de que venho falar é o Freebase. Trata-se de uma base de dados aberta sobre as informações do mundo, ou , em mais baixo nível, uma coleção de objetos e relacionamentos entre eles. A uma primeira olhada, as telas de consulta do freebase se parecem com as páginas da wikipédia, com documentos separados por tags e vários links, porém, ele é organizado por tipos, com os quais você pode filtrar suas buscas e visualizar outros conteúdos relevantes.Como é uma base aberta, qualquer um pode adicionar conteúdo ao Freebase. Quando noos dados são adicionados, a aplicação faz sugestões sobre o conteúdo, qualquer um também pode classificar os conteúdos com novos tipos. O Freebase também disponibiliza uma API para utilizar seus recursos em aplicações externas. O site freebase.com contém uma demonstração (um screencast) muito interessante, deêm uma olhada.

Em segunda instância, falo do Powerset. Este é o qual estou mais ansioso para ver funcionando, pois promete uma inovadora engine de busca que deve vir a ser o “novo Google”. O Powerset é um mecanismo de busca em linguagem natural, o que significa que ele deve compreender a linguagem humana e responder do mesmo modo. Para exemplificar, imagine que você deseje procurar informações sobre quais foram os presidentes do Brasil desde a proclamação da república. Em um mecanismo de busca comum, você pesquisaria por “presidentes+Brasil” e analisaria os dados nas páginas encontradas, em um mecanismo de busca em linguagem natural, bastaria você pesquisar por “Quais foram os todos presidentes do Brasil”, como se estivesse perguntando para uma pessoa, e a aplicação retornaria exetamente a lista de presidentes. Parece que o Powerset utiliza o Freebase para aprimorar sua base de dados.

Ainda não tive a oportunidade de experimentar o Powerset, mas já me inscrevi para os demos e, assim que for possível, volto a tocar no assunto.

O terceiro a que venho falar é o Twine. Este tratase de uma base de informações, como a Wikipedia ou o Freebase, mas com uma inovação interessante. Ele “aprende” sobre você conforme você o utiliza. Ao adicionar novos conteúdos, o Twine marca certos dados com tags semânticas, e cria novos conteúdos ricos e relevantes. Ou seja, ele complementa os conteúdos que os usuários adicionam, pesquisando em bases de dados semânticas, indo provavelmente utilizar serviços como o Freebase futuramente.

Um recurso semelhante ao Twine é utilizado por serviços como o Flickr e o Facebook, relacionando imagens e pessoas, mas o Twine será o primeiro a fazer isto com informações.

Estas aplicações são, provavelmente, o início de uma nova experiência na internet. Ambas as três estão em fase Alpha, e estão deixando novos usuários entrar lentamente. Vou voltar ao assunto assim que tiver mais informações sobre estes e novos recursos nos padrões (que ainda não são padrões) Web 3.0, até…

Fontes: http://www.readwriteweb.com/archives/the_new_era_of_semantic_apps.php, http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_semântica, http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2032492-EI4802,00.html

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Google Apps

Tags: — September 17, 2007 @ 11:22 am

Não faz muito tempo me chamou a atenção o fato de um amigo utilizar o Google Talk com um domínio próprio. Perguntando sobre como o fizera ele me falou sobre o Google Hosted, um serviço da google que utiliza domínios alteranativos para prover seus serviços.

Após pesquisar um pouco descobri o Google Apps, substituto do Google Hosted.

Quem visita meu blog com freqüência (alguém aí?) deve ter notado que mudei meus endereços de email para pauloNO@SPAMdiovani.com. Pois é, o Google hosted permite que você utilize um domínio próprio com os serviços da Google, a diversidade de serviços depende do plano escolhido, entre um gratuíto, um empresarial e um educacional, o plano gratuíto já disponibiliza os seguintes serviços: Gmail, Google Talk, Google Calendar, Docs and Spreadsheets e a página inicial. O serviço permite também substituir o logotipo do Google por um personalizado.

Gmail com Domínio e Logo Próprio

Assim você pode utilizar os serviços do google com seu próprio domínio, ou de sua empresa. Esta é uma ótima alternativa a servidores de email, por exemplo, que já vem adotada por algumas empresas como, fiquei sabendo recentemente, o iBest, que já a usa a interface do Gmail para seus clientes.

Mais um ponto para o Google!

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