Quando usar e quando não usar um CAPTCHA?

Tags: , , — June 9, 2008 @ 3:26 pm

CAPTCHA é um acrônimo da indagação “Entende?”, em italiano, e significa Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart, ou Teste de Turing público completamente automatizado para diferenciar entre computadores e humanos.

Amplamente utilizados para validar o envio de dados em formulários web, e para autenticação de usuários, os CAPTCHAs são uma arma importante para defender websites de bots e spammers. Contudo, sua implantação exige atenção para não acabar espantando os usuários.

Os CAPTCHAs mais comumente utilizados consistem em fazer o usuário digitar os caracteres apresentados em uma imagem para validação, porém, devido a existência de programas OCR, que podem facilmente reconhecer caracteres a partir de imagens, estes já não implicam a segurança desejada. Para aumentar a segurança, novos modelos de CAPTCHAs tem sido pesquisados e desenvolvidos a todo momento, como os captchas de matemática, onde o usuário deve resolver uma equação e digitar a resposta, ou aqueles em que se é necessário diferencias cores ou grupos de caracteres, por exemplo. Um CAPTCHA que acho realmente bom o atualmente utilizado pelo serviço whois do registro.br:

registro.br captcha

Descobri alguns experimentos de CAPTCHAs que seriam, supostamente, impossíveis de serem resolvidos por computadores, com o 3d-captcha, que define caracteres para certas partes de objetos 3d, e uma autenticação baseada em imagens, onde o usuário devem primeiro clicar no centro de uma imagem e, posteriormente, selecionar o termo que uma imagem lembra.

Embora sejam extremamente mais seguros, certamente estes CAPTCHAs experimentais manteriam os usuários tão longe das páginas que protegem quanto os bots.

Se você tem um website que exija cadastros de usuários, adicionar um captcha para proteção pode ser indispensável. Então, tenha certeza de utilizar um que seja fácil de ser lido por humanos, com letras grandes e cores vivas em fundo neutro, de preferência que não exija que o usuário digite muitos caracteres. Se precisar de segurança adicional, procure por um que utilize o mais próximo possível de linguagem natural, prefira um que peça determinados caracteres ligeiramente diferentes (cores, parte da string, consoantes, etc), ou então os captchas matemáticos (desde que utilizem equações simples).

Se você tem um blog, ou alguma página na internet que aceite comentários, nem pense em adicionar um captcha. O simples fato de ter que digitar algumas letras para validação pode fazer seus leitores desistirem facilmente de postar qualquer comentário. Neste caso, prefira um serviço anti-spam como o Akismet. O qual, aliás, utilizo aqui no meu blog e funciona maravilhosamente.

Johnm Willis postou em seu blog os 10 piores CAPTCHAs. Vou exibir alguns dos melhores piores aqui.

captcha7.jpg captcha4.jpg captcha2.jpg captcha1.jpg

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Captcha

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Novas aplicações Web 3.0

Tags: , , , — June 6, 2008 @ 9:58 am

Há algum tempo estive falando sobre aplicações Web 3.0 aqui, principalmente sobre o Freebase, uma base de dados aberta com relacionamentos entre os dados, e o Powerset, um mecanismo de busca em linguagem natural. Na época em que estive experimentando as aplicações, ambas requeriam convites para uso, por estarem em fase Alpha e, apesar de promissoras, ainda deixavam bastante a desejar, podemos dizer, úteis apenas àqueles que realmente se interessam sobre novidades nesta área.

Recebi hoje uma newsletter (mensal) do Freebase notificando sobre o crescimento da base e comunidade e novas aplicações, entre estas, me chamou a atenção o lançamento do PowerSet, e o fato deste estar realmente utilizando o Freebase como base de pesquisas. Eu mesmo não imaginei que este pudesse evoluir tanto em tão pouco tempo.

Como primeira grande novidade, cabe dizer que tanto o Powerset como o Freebase, estão agora disponíveis para o público em powerset.com e freebase.com, respectivamente.

Pesquisa semântica com PowersetO primeiro, que antes apenas pesquisava entre artigos da Wikipédia, agora com adição da base do Freebase, me supreendeu com uma simples pesquisa sobre “Quem escreveu Dagon”, exibindo em primeira instância o perfil do autor. A mesma pesquisa no Google, por exemplo, exibe uma série de páginas com as palavras digitadas ou referências a estas, sem qualquer cuidado com a semântica d a frase.
Infelizmente, as pesquisas estão disponíveis apenas em inglês por enquanto, mas com o uso do mecanismo crescendo, suporte a outros idiomas deverão ser adicionados em breve.

Além do Powerset, algumas outras aplicações interessantes tem surgido, utilizando a base do Freebase:

O Thinkbase, que exibe graficamente os relacionamentos entre dados, como os livros publicados publicados por um autor, seguidos dos filmes baseados nestes, por exemplo.

O Influence Viewer, assim com o Thinkbase, exibe um gráfico clicável sobre relacionamentos, desta vez sobre um domínio de influência, ou seja, quem influenciou quem (tratando-se principalmente de filósofos e pensadores).

E também os testes de conhecimento Shot or Not?, Taught or Not? e Pull Quotes. Sendo estas as primeiras aplicações a utilizar a API do Google.

Você pode encontrar uma lista completa (ou quase) de aplicações Freebase aqui.

Thinkbase Influence Viewer Shot or Not?

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Ganhe dinheiro navegando na internet…

Tags: , , — June 3, 2008 @ 12:02 pm

Já pensou se fosse possível ganhar uma grana apenas navegando em diversas páginas pelo internet?

Sim, isto é possível. O website CliquePago.com.br oferece um novo serviço de publicidade que paga aos usuários que clicarem e navegarem nas páginas de seus anunciantes.

Diferente de serviços como o Google AdSense/AdWords, o CliquePago é voltado para os usuários finais, e não para proprietários de páginas web, assim, qualquer usuário que não possua nenhum website, blog, ou página pessoal, pode se cadastrar, e ganhar dinheiro apenas navegando nos websites anunciados no CliquePago.

Para os anunciantes, cabe a certeza de que seus websites serão visitados pelos usuários do CliquePago, uma vez que estes irão intencionalmente clicar nos links que mais os interessem, visando receber o pagamento pelo clique, e não apenas, as vezes acidentalmente, acessar o link de um anúncio que não faz parte da página atual fazendo-o sair do contexto desta.

O CliquePago ainda está em fase beta, contento um pequena comunidade. Porém, exibindo um crescimento exponencial no último mês, trata-se de uma nova ótima opção para anunciar seu site, ou ganhar uma graninha extra sem fazer quase nada.

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Domínio .com.br agora também para pessoa física

Tags: , — April 23, 2008 @ 10:36 am

O registro.br, site responsável pelo cadastramento de domínios .BR, anúnciou, na Quarta-Feira passada, que os domínios .COM.BR, até então disponíveis apenas para pessoas jurídicas (empresas) estarão disponíveis, a partir do dia 01/05, também para pessoas físicas.

Segue o anúncio completo:

COM.BR com CPF
————–

Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades
comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um
CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins
poderão registrar domínios COM.BR.

Esta modificação terá efeito a partir do dia 01/05/2008.

Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova
categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com
CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de
domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão
sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas
previamente.

O anúncio foi publicado nesta página. Fiquem de olho na página inicial do registro.br para saber de novo anúncios.

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Nós lemos em ‘F’

Tags: , , — April 22, 2008 @ 1:02 pm
Estudos de rastro visual exibem que usuários geralmente lêem páginas web em um formato padrão em ‘F’: Duas linhas horizontais, seguidas de uma linha vertical.

“‘F’, de Fast. É como usuários comumente lêem o conteúdo de nossas páginas e blogs. Movendo os olhos velozmente em um padrão bem diferente do que aprendemos na escola.”

Estudos do Grupo Nielsen Norman, comprovam que a maioria das leituras de páginas web concidem no padrão de leitura utilizado:

  • Primeiramente, o usuário lê uma primeira linha horizontal superior à página.
  • Em seguida o usuário desce um pouco e lê mais rapidamente uma segunda linha horizontal ou parte desta.
  • Por último, o usuário escaneia rapidamente as linhas abaixo, formando uma linha vertical na página, correspondente aos inícios dos parágrafos subseqüentes.

O estudo deste padrão de leitura foi feito com o uso de uma tecnologia de escaneamento de rastro visual. A tecnologia destaca, como zonas de calor, os locais onde o usuário mantém seus olhos fixos por mais tempo. Veja os exemplos abaixo:

F Sahped Pattern

As áreas mais próximas do vermelho são as em que o usuário gastou mais tempo com seus olhos fixos, enquanto as em azul são as que foram vagamente visualizadas. As zonas de calor desenham um formato que lembra, na maioria dos casos, a letra ‘F’.

Este estudo é um tanto útil para designers e redatores de páginas, uma vez que exibe quais áreas em geral recebem mais atenção do usuário. Assim, seguem algumas dicas para dar uma boa leitura aos visitantes de seu blog ou site:

  • Escreva um título chamativo e atraente, que dê uma boa idéia do tema que será abordado na página. Este será a linha superior do ‘F’ e, conseqüentemente, a que receberá mais atenção.
  • Presenteie o usuário com um breve resumo so material apresentado no parágrafo logo abaixo do título. Este resumo pode ser uma rápida conclusão do assunto, ou um breve comentário sobre os principais pontos desde. Este será a segunda linha horizontal do ‘F’ e, possivelmente, muitos leitores terminarão por ler apenas até aqui, caso não se interessem mais pelo assunto. Em resumo, os dois primeiros parágrafos devem apresentar a parte mais importante da informação.
  • Destaque cada início de parágrafo do texto principal com um objetivo bem definido. Não enrole o texto com citações ou comentários desnecessários, comece diretamente no assunto, e lembre de separar cada tópico em um novo parágrafo. Estes inícios de parágrafos formarão a linha vertical do ‘F’. O desafio é incentivar o leitor a não parar nas primeiras duas ou três palavras do parágrafo.

Obviamente, este padrão não se aplica a páginas com estruturas diferentes de um artigo em comum. Como páginas de FAQ e separadas em tópicos, mas é predominante na maioria.

Uma vez que é a nossa missão como designers web, redatores e/ou blogueiros, dispor informações para rápido e fácil acesso aos nossos queridos leitores, não custa nada seguir esta pequenas regrinhas. Certamente elas trarão mais e mais leitores para nossas páginas, atraídos pelos textos bem elaborados e objetivos.

Fonte: www.useit.com

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Download Videos do Youtube como MP4 (h264/aac)

Tags: , , , — April 16, 2008 @ 10:26 am

Recentemente o Youtube começou a disponibilizar vídeos com qualidade maior aos usuários, em MP4, codificados como h264 e aac.

A principal razão para esta implementação é disponibilizar vídeos para usuários de Celulares e Mobile Devices. Um bom exemplo é o iPod Touch, que não possui um Flash Player, mas tem uma mini-aplicação para visualizar videos, em mp4, do youtube.com.

Agora usuários de PCs também podem se beneficiar, podendo baixar os vídeos diretamente para o PC.

Atenção: Os termos de uso do Youtube permite aos usuários procurar e reproduzir vídeos apenas pela interface Web disponibilizada no site (item 4. C.). Assim, caso opte por baixar os vídeos deste modo, você estará violando os termos de uso do serviço, aos quais concordou ao visitar o website (item 1.).

Vocês foram avisados…

Para quem deseja violar os termos e baixar os vídeos no formato MP4 assim mesmo, basta acessar a url to vídeo desejado normalmente, e adicionando ‘&fmt=18′ ao final desta, do seguinte modo:

http://www.youtube.com/get_video?video_id=ID&t=SIGNATURE&fmt=18

‘SIGNATURE’ é um valor especial que previne aos usuários baixarem os vídeos sabendo apenas o id destes. Você pode criar este valor apenas olhando o código fonte da página doYoutube, mas é extremamente simples criá-lo automaticamente.

Um método, é criar um favorito em seu navegador como o link a seguir:

Download Vídeo do Youtube

 

Para criar o favorito basta clicar com o botão direito e selecionar “Adicionar aos Favoritos” ou simplesmente arrastá-lo para sua barra de favoritos, caso esteja usando Firefox.

Quando desejar baixar um vídeo basta clicar no favorito e você verá um link abaixo do código “Embed” nas descrições do vídeo:

Bastando estão clicar com o botão direito no link e selecionar “Salvar destino como…” ou “Salvar link como…” e renomear o arquivo como *.mp4.

Clicar no Favorito cada vez que desejar baixar um vídeo pode ser bem chato, então, como outra alternativa, basta utilizar este Script do Greasemonkey, que automaticamente adiciona o link para cada vídeo aberto. Você precisará instalar esta extensão para utilizar o script. O Opera também possui suporte para UserScripts. Detalhes de como utilizá-los você pode encontrar aqui.

Estes vídeos em MP4, disponibilizados pelo Youtube, possuem uma resolução maior, som estéreo, e podem ser reproduzidos por qualquer player genérico, desde que você possua os codecs para os formatos h264 e aac, e mais do que o dobro do tamanho do vídeo em *.flv.

Note que nem todos os vídeos estão disponíveis em MP4, caso um vídeo não esteja diponível como MP4, o formato padrão que será baixado será FLV.

Fonte: googlesystem.blogspot.com

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